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Ilikethis | Tulum, a Cidade da Aurora
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Tulum, a Cidade da Aurora

Tulum, a Cidade da Aurora

Era conhecida pelos maias como Zamá, a Cidade da Aurora, mas Tulum é também uma palavra maia para barreira ou parede, o que se justifica pelo facto de a cidade estar rodeada por uma espessa muralha protetora.

Ao longo da costa do Mar do Caribe, na região da Riviera Maya, Tulum é um sítio arqueológico correspondente a uma antiga cidade, cuja fundação parece remontar ao ano 564, de acordo com as inscrições encontradas. Dados recolhidos indicam que a cidade de Cobá utilizava Tulum como porto de pesca e, talvez, como porto comercial. Esta foi uma das últimas cidades construídas e habitadas pela civilização maia e, apesar de alguns vestígios que remontam ao período clássico, a grande maioria das construções é do período pós-clássico tardio, de 1200 a 1500 d.C.

Tulum permaneceu sempre habitada até à chegada dos conquistadores espanhóis. Quando em 1518 a expedição de Juan de Grijalva passou ao largo, a cidade amuralhada impressionou os marinheiros. Na altura, descreveram Tulum como uma cidade rica e magnífica, à semelhança de Sevilha, mas a cidade acabou abandonada no final do século XVI. Apesar de descoberta em 1518, o primeiro estudo detalhado de Tulum decorreu mais de 320 anos depois, em 1843, quando os exploradores John Lloyd Stephens e Frederick Catherwood publicaram o livro Incidents of Travel in Yucatan. Estes estudos permitiram descobrir os dois principais edifícios de Tulum, o Templo del Dios del Viento e o El Castillo, um edifício construído defronte para o mar, sendo provavelmente uma das construções mais antigas da cidade. Acredita-se que os maias traziam para aqui os seus líderes para serem abençoados pelo Sol. Em Tulum existem ainda vários cenotes – cavidades naturais com águas cristalinas decoradas com estalagmites e estalactites usadas pelos maias em rituais de sacrifício – sendo os mais populares Dos Ojos e o Gran Cenote.

A zona arqueológica de Tulum encontra-se no interior do parque nacional com o mesmo nome, sendo a única área natural protegida no corredor Cancún-Tulum. Este é o terceiro sítio arqueológico mais visitado no México, apenas atrás de Teotihuacan e Chichén Itzá, sendo muito procurado pelos turistas pela sua localização, numa falésia com vista para as águas das Caraíbas, proporcionando uma paisagem única.

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