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Ilikethis | Região Centro: “2017 vai ser o melhor ano de sempre para a atividade turística”
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Região Centro: “2017 vai ser o melhor ano de sempre para a atividade turística”

Região Centro: “2017 vai ser o melhor ano de sempre para a atividade turística”

No coração de Portugal, o Centro é uma região rica em história e património, paisagens naturais que prendem o olhar, sabores que deixam água na boca e gente hospitaleira que tão bem sabe receber. A diversidade e autenticidade são os seus maiores trunfos, revela Pedro Machado, presidente da Turismo Centro de Portugal, que acredita ainda que este será um ano de grande sucesso turístico.

O Centro afirma-se como “a maior e mais diversa região turística do país”. Quais as características desta região que têm permitido a sua afirmação?
O Centro de Portugal é a maior região do país. É um território com 100 municípios e 2,4 milhões de cidadãos e que gera mais de 250 milhões de euros de receitas diretas da atividade turística. Num território tão vasto, a diversidade e a autenticidade são os seus maiores trunfos. Quem visita o Centro de Portugal pode conciliar o turismo de natureza com o turismo do património, da cultura e religioso. Esta região tem oito selos da UNESCO. Quatro são locais Património da Humanidade – Coimbra, Batalha, Tomar e Alcobaça – mas também tem selos UNESCO no património natural, casos do Geopark Naturtejo e da Berlenga, e duas cidades criativas da UNESCO, Óbidos Vila Literária e Idanha Cidade da Música. É no Centro, em Fátima, que está um dos maiores Santuários marianos do mundo. Esta é uma das regiões com maior capacidade instalada no parque termal, que hoje evoluiu para os spas e wellness. É também uma região privilegiada para a prática de atividades físicas. Temos mais de 700 quilómetros de percursos pedestres. Não esquecer que temos a melhor costa oceânica da Europa para a prática do surf, com as míticas ondas gigantes do canhão da Nazaré, os supertubos de Peniche ou a onda direita mais comprida da Europa, em Buarcos. E há mais, muito mais. As aldeias históricas e as aldeias do xisto. A Serra da Estrela, ponto mais alto de Portugal Continental, único destino no país onde se praticam desportos de inverno, mas que tem um encanto especial nas outras estações do ano. As cidades ideais para conhecer em família, como Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria ou Viseu, só para citar as capitais de distrito. Uma gastronomia riquíssima e vinhos de qualidade superior.

De acordo com dados divulgados pelo INE, o número de hóspedes na região em fevereiro deste ano cresceu 11,49 por cento. A que se deve este crescimento?
É um crescimento que está em linha com o dos anos mais recentes. Há vários fatores que ajudam a explicar este crescimento, mas permitam-me que destaque o principal: o aumento da qualidade da oferta turística no Centro de Portugal. O esforço das empresas e empresários associados a esta atividade tem sido constante na tentativa de melhorar os produtos que oferecem aos visitantes. Os reflexos desse esforço estão à vista nos números. Um estudo produzido pela PwC para a Confederação do Turismo Português revela que, em 2016, o Centro de Portugal movimentou 270 milhões de euros em hotelaria, 100 milhões de euros em viagens, 40 milhões de euros em jogo/casino e 1000 milhões de euros em restauração e bebidas.

Face a dados de crescimento tão positivos, quais as expectativas para o que resta de 2017?
As expectativas são, claramente, as melhores. O Centro de Portugal ultrapassou em 2016 a fasquia dos cinco milhões de dormidas e os primeiros indicadores que já temos relativamente a 2017 são no sentido de podermos dizer, com segurança, que 2017 vai ser o melhor ano de sempre para a atividade turística na região.

Leia a restante reportagem sobre a região Centro através do download da 17ª edição em www.micas.pt

 

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