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I Like This | “Existe margem de progressão na relação económica com a África do Sul”
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Cooperação

“Existe margem de progressão na relação económica com a África do Sul”

“Existe margem de progressão na relação económica com a África do Sul”

Apesar do aumento das trocas comerciais entre Portugal e a África do Sul nos últimos anos, Carlos Miguel Oliveira, presidente do Conselho Executivo da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Sul Africana, acredita que existe margem de progressão neste âmbito. O empresário chama a atenção para a atratividade do mercado português como uma porta de entrada para a Europa, mas também Angola e Moçambique.

Como avalia as atuais relações económicas entre Portugal e a África do Sul?
As relações são boas a todos os níveis: comerciais, económicos, culturais e políticos. No entanto, penso que estamos muito aquém do potencial que este relacionamento pode ter em termos económicos. Há algum desconhecimento em Portugal sobre as oportunidades de negócio na África do Sul e sobre a relevância de relações mais fortes e próximas Estado a Estado. Da parte da África do Sul acontece o mesmo em relação a Portugal. A África do Sul tem uma relevância múltipla para Portugal, como mercado de destino (maior economia de África), como porta para o continente africano, como membro líder da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, como investidor numa porta para a Europa e como país com forte história e comunidade portuguesa.

Quais as especificidades do mercado sul-africano para as empresas portuguesas que pretendam chegar ao país?
As empresas devem comunicar bem em inglês, ter uma vantagem tecnológica e estar disponível para trabalhar em parcerias locais. A CCILSA pode ser um bom apoio em todo o processo.

Quais as áreas de negócio com mais potencialidades de exportação?
De exportação e também de internacionalização. A África do Sul oferece oportunidades abrangentes, focadas no seu mercado de 55 milhões de habitantes, em regiões de diferentes estágios de desenvolvimento económico, e também como principal porta para o mercado africano. As tecnologias de informação, a energia, as infraestruturas, o agroalimentar, a indústria 4.0, os moldes e os equipamentos industriais, de transporte e automóvel, são alguns dos setores a salientar. No topo das exportações portuguesas para a África do Sul destacam-se nas seis primeiras posições as máquinas e aparelhos (17,3 por cento), os produtos agrícolas (17,1 por cento), os metais comuns (12,8 por cento) os veículos e outro material de transporte (11,4 por cento), os combustíveis minerais (7,9 por cento) e os plásticos e borracha (6,8 por cento).

Leia a entrevista na íntegra descarregando a edição nº18 da revista I Like This em www.micas.pt

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