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Ilikethis | Antropologia e história na Cidade do México
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Antropologia e história na Cidade do México

Antropologia e história na Cidade do México

Desenhado em 1963 pelo arquiteto mexicano Pedro Ramírez Vázquez, o edifício do Museu de Antropologia foi construído em apenas 19 meses e a inauguração aconteceu em 1964. O edifício tem uma arquitetura impressionante, com átrios de exposição em redor de um pátio com um grande lago e uma estrutura em forma de guarda-chuva da qual cai uma cascata artificial suportada por um só pilar esguio revestido de bronze com relevos.

Com 23 salas de exposição, numa área de quase oito hectares, o Museu de Antropologia tem milhares de importantes artefactos arqueológicos e antropológicos das culturas pré-colombianas do México, que permitem descobrir as tradições, histórias e vestígios das várias civilizações que passaram por este território.

As exposições do piso térreo abrangem estas civilizações pré-colombianas localizadas no atual território do México, mas também na região que hoje corresponde ao sudoeste dos EUA. No primeiro andar, as exposições mostram a cultura da população nativa americana do México desde a colonialização espanhola. Por vezes são também realizadas exposições temporárias focadas em outras culturas mundiais, como no antigo Irão, China, Grécia Egito, Rússia e Espanha.

Entre os objetos mais relevantes expostos no museu estão: cabeças de pedra gigantes da civilização olmeca descobertas nas selvas de Tabasco e Veracruz; tesouros recuperados da civilização maia no Cenote Sagrado, um enorme poço natural em Chichén Itzá onde as vítimas de sacrifícios humanos eram despejadas; uma réplica da máscara sarcófaga do túmulo de Pacal, governante maia de Palenque, elaborada com mosaicos de pedra de Jade; uma estátua de um guerreiro tolteca com quase cinco metros de altura; a Pedra Tizoc, um monólito que recorda as conquistas de Tizoc, o sétimo tlatoani de Tenochtitlan; a Pedra do Sol, um calendário utilizados pelos astecas baseado no ano solar, com 365 dias, muito semelhante ao calendário dos maias, que pesa 25 toneladas; uma estátua de Xochipilli [n.r. deus do amor, da arte, dos jogos, da beleza e da dança na mitologia asteca] datada do século XVI.

Pela sua riqueza e diversidade, o Museu de Antropologia é um dos mais importantes museus deste setor do mundo, recebendo anualmente mais de dois milhões de visitantes.

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