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Ilikethis | Alto Douro Vinhateiro: o Património Mundial da Humanidade
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Alto Douro Vinhateiro: o Património Mundial da Humanidade

Alto Douro Vinhateiro: o Património Mundial da Humanidade

A classificação como Património da Humanidade chegou a 14 de dezembro de 2001 pela UNESCO, mas as origens do Alto Douro Vinhateiro remontam à segunda metade do século XVII. Banhada pelo rio Douro, esta região do nordeste do país totaliza 26 mil hectares em 13 concelhos, sendo uma zona representativa da paisagem característica da Região Demarcada do Douro, a mais antiga região vinícola regulamentada do mundo.

Mesão Frio:

É o oitavo município mais pequeno do país, mas é também conhecido como a Porta do Douro, uma vez que no seu território estão os primeiros marcos Pombalinos da mais antiga região vinícola demarcada do mundo. Em Mesão Frio destacam-se as paisagens típicas do Douro e um rico património edificado em que importa realçar o Convento Franciscano do Varatojo, edifício da Câmara Municipal.

Peso da Régua:

É o centro da região demarcada do Douro e é no seu território que se localiza um dos miradouros mais bonitos de toda a região duriense, o Miradouro de S. Leonardo de Galafura. O seu desenvolvimento deve-se à criação da Companhia Geral das Vinhas do Alto Douro, em 1756. O concelho da Régua possui um rico património onde se destacam as casas senhoriais, as quintas produtoras de vinho e os palacetes.

Santa Marta de Penaguião:

Na origem desta região estão os povos do Neolítico, sendo prova disso mesmo os castros existentes no concelho. A vitivinicultura foi conquistando grande importância em Santa Marta de Penaguião, com os vinhedos a ocuparem grande parte da paisagem local. Além de se encantar com as paisagens e o património edificado, quem visita este concelho não deixa de se deliciar com a típica gastronomia transmontana.

Vila Real:

Vila Real, cidade e capital de distrito, sempre foi alvo da ocupação humana, dadas as suas terras férteis e produtivas. No concelho é possível visitar o Palácio de Mateus, um solar de arquitetura barroca atribuído a Nasoni. Ainda em Vila Real destaca-se o Santuário de Panóias, a Casa de Diogo Cão e o Museu de Arqueologia e Numismática. Para os amantes de natureza, a Serra de Marão e o Parque Natural do Alvão são os destinos.

Alijó: 

Vila na margem direita do Douro, na paisagem de Alijó destacam-se as montanhas, vales e vinhas, que beneficiam da proximidade com os rios Douro, Pinhão, Tua e Tinhela. Além de vestígios dos povos que passaram pelo concelho, na localidade de Pegarinhos existem gravuras rupestres. A nível arquitetónico os ícones são o pelourinho e o edifício da Câmara Municipal. Na gastronomia destaca-se o vinho, em especial o Moscatel de Favaios.

Sabrosa:

A criação da Região Demarcada do Douro foi um fator crucial para o crescimento de Sabrosa, sendo a vitivinicultura a principal atividade económica do concelho. Localizado no distrito de Vila Real, por todo o concelho existem vestígios de diferentes povos e culturas, nomeadamente mamoas e castros, de que destaca o Castro da Sancha. Para descobrir este património existem em Sabrosa três trilhos diferentes.

Tabuaço:

Esta vila nas margens do rio Távora tem as suas paisagens marcadas pelo rio Douro, uma vez que se localiza na sua margem esquerda. Tabuaço muito cedo foi povoada por povos pré-históricos, anteriores à nacionalidade, mantendo-se vestígios como castros, inscrições rupestres, necrópoles e lagares de vinho e de azeite escavados na rocha. Atualmente o concelho tem cerca de 6300 habitantes e divide-se em 13 freguesias.

Carrazeda de Ansiães:

Sede de um município com mais de 6300 habitantes, o concelho tinha sede na antiga vila de Ansiães, com as suas ruas a localizarem-se no alto de uma colina, na freguesia de Lavandeira. Ao nível do património pode visitar o castelo, o Cachão da Rapa e as antas de Vilarinho da Castanheira e de Zedes. Na gastronomia destacam-se alguns pratos de caça, como o javali, coelho ou perdiz, acompanhados pelos vinhos do Douro.

São João da Pesqueira:

Tendo recebido foral em 1055, São João da Pesqueira é a vila mais antiga de Portugal, situada a 850 metros de altitude. Considerado o Coração do Douro Vinhateiro, a principal atividade é a produção de vinho, sendo o maior produtor nacional de Vinho do Porto e DOC Douro. A amêndoa e o azeite são também produtos importantes. Em 2015 foi inaugurado o Museu do Vinho de S. João da Pesqueira.

Lamego:

Na margem sul do Douro, já no distrito de Viseu, Lamego é uma cidade antiga que teve ocupação romana e que foi conquistada aos mouros em 1089. Sendo uma cidade histórica, possui vários monumentos, igrejas e casas brasonadas. O ex-libris da cidade é o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios e a sua escadaria. A Sé Catedral de Lamego e o Castelo de Lamego são outros locais de paragem obrigatória.

Armamar:

Armamar encontra-se numa acentuada encosta com a cascata da Misarela perto e vários miradouros onde se veem as paisagens do rio Douro. Do período romano restam no concelho vestígios como monumentos, estradas e pontes. A agricultura é uma das principais atividades, destacando-se a cultura da maçã de montanha e a vinha. Sendo Capital da Maçã de Montanha, a produção ronda as 70 mil toneladas anuais.

Torre de Moncorvo:

Vila transmontana do distrito de Bragança, Torre de Moncorvo localiza-se perto da fronteira com Espanha, na confluência dos rios Sabor e Douro. Estes rios são marcantes na paisagem, assim como o Vale da Vilariça e a Serra do Reboredo. Classificada como Património Nacional, a Igreja Matriz é considerada o maior templo religioso de Trás-os-Montes. O concelho faz parte do circuito das amendoeiras em flor.

Vila Nova de Foz Côa:

Vila Nova de Foz Côa é o único concelho do Alto Douro Vinhateiro localizado no distrito da Guarda, compreendendo mais de 7300 habitantes. Este concelho está numa zona de importante interesse arqueológico, onde já se encontraram 195 sítios de crucial valor, nomeadamente castelos, castros, igrejas, capelas, solares, pontes, estradas romanas e as gravuras rupestres do Vale do Côa, consideradas Património da Humanidade.

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