Custom Menu

Latest From Our Blog

Ilikethis | “A Capital da Escultura Contemporânea é uma marca para Santo Tirso”
19723
post-template-default,single,single-post,postid-19723,single-format-gallery,ajax_fade,page_not_loaded,,wpb-js-composer js-comp-ver-4.12.1,vc_responsive

“A Capital da Escultura Contemporânea é uma marca para Santo Tirso”

“A Capital da Escultura Contemporânea é uma marca para Santo Tirso”

 

O Museu Internacional de Escultura Contemporânea é o único museu ao ar livre em Portugal. Como avalia as características diferenciadoras deste museu?
O Museu Internacional de Escultura Contemporânea distingue-se pela sua singularidade e modernidade por excelência. Em primeiro lugar, o facto de ser o único museu ao ar livre em Portugal torna-o distinto e inovador, sendo que é também um dos maiores museus de escultura ao ar livre da Europa. Por outro lado, as suas caraterísticas seguem a contemporaneidade que a cidade tem assumido ao longo dos anos, também marcada na sua arte pública. São 54 esculturas, espalhadas por toda a cidade de Santo Tirso, da autoria de escultores de todo o mundo. A sua sede oficial é um projeto de grande qualidade arquitetónica, resultado de uma parceria entre Álvaro de Siza Vieira e Eduardo Souto Moura, que completa o museu no seu pleno sentido. Por estar localizado na área envolvente ao Mosteiro de S. Bento, realça de forma conjunta o que de melhor a cidade tem a nível patrimonial e arquitetónico. Não há nenhuma dúvida de que, por todo o seu conceito, destaca o nome de Santo Tirso nas mais nobres referências de escultura contemporânea no país e no mundo.

Atualmente com 54 esculturas espalhadas pela cidade, quais as obras em exposição que se destacam?
Todas têm elevada importância e todas possuem um significado específico, enquadrado no local onde se situam e resultado da projeção artística de cada um dos seus autores. Esse foi um dos princípios assumidos pelo escultor Alberto Carneiro, quando me apresentou a ideia de criar este museu ao ar livre, em 1990. Cada escultor teve oportunidade de visitar o local antecipadamente, de estudar a sua conjuntura e enquadramento e aí criar uma escultura que, na visão dos seus padrões artísticos, refletisse a sua arte e a alma da cidade

Veja a entrevista na íntegra na compra da edição nº13 da I Like This.

Sem comentários

Sorry, the comment form is closed at this time.